Deputada questiona Segurança Pública sobre frequência e qualidade da ronda escolar

Deputada questiona Segurança Pública sobre frequência e qualidade da ronda escolar
Requerimento foi motivado por denúncias de tráfico de drogas no entorno de escolas de Araraquara; problema é recorrente em muitas cidades do Interior

14nov2016| 15:23
Assessoria de Imprensa Deputada Marcia Lia

A deputada Márcia Lia encaminhou requerimento de informação à Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo questionando a Pasta sobre os números da ronda escolar no entorno das unidades da Rede Estadual de Ensino. Há grande quantidade de denúncias de violência e tráfico de drogas nas escolas paulistas.  “A ronda escolar é essencial para combater o tráfico e uso de drogas entre os adolescentes, é um trabalho preventivo dos mais importantes, e gostaríamos de entender como ele funciona”, explicou a deputada Márcia Lia.

O requerimento destinado ao secretário Mágino Alves Barbosa Filho pergunta quais são os procedimentos de segurança e fiscalização aplicados nos arredores e no interior das escolas do Estado de São Paulo para diminuir a criminalidade e o tráfico de drogas; como funciona a ronda escolar; quantos policiais são destacados para esse trabalho em todo o Estado, como é feita a distribuição dos turnos e quantas viaturas são empregadas neste serviço.

A deputada ainda questiona se houve problemas com o efetivo destacado para a ronda escolar nos últimos 5 anos, com baixas decorrentes de aposentadorias, exonerações ou a diminuição por conta do emprego de profissionais em outras atividades.  Especificamente sobre Araraquara, o requerimento pede a informação do número de policiais que fazem parte do efetivo da ronda escolar, assim como a quantidade de viaturas empregadas no município.

Na cidade, houve denúncias de casos de tráfico de drogas nos arredores e área interna de três escolas estaduais – EE Léa de Freitas Monteiro, no Jardim Brasil; EE Bento de Abreu, no Centro; e EE João Batista de Oliveira, no bairro Santa Angelina. Os casos foram destaque na imprensa local, com reclamações de pais de alunos, professores e funcionários de escola sobre a ausência de ronda escolar. Eles acreditam que a presença constante das viaturas da ronda já inibiu as ações criminosas.

“Além do problema evidente do uso e venda de drogas, a criminalidade no entorno dela tem colocado em risco os demais estudantes, professores e funcionários das escolas, além do próprio patrimônio público. É preciso ter atenção especial com o caso para que todos frequentem a escola com mais segurança”, observou a deputada.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor - Câmera -

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