Juíza marca para o dia 4 de abril divulgação de sentença de Marin

Juíza marca para o dia 4 de abril divulgação de sentença de Marin
Se pegar pena máxima pelos seis crimes pelos quais foi condenado, a sentença de Marin chegaria a 120 anos de cadeia

12JAN2018|  7:23 - EUA/Folhapress   - Foto:  © REUTERS/Stephen Yang

O destino de José Maria Marin, o ex-presidente da CBF preso em Nova York depois que foi condenado em dezembro por organização criminosa, fraude financeira e lavagem de dinheiro, será conhecido no dia 4 de abril.

Quando determinou a prisão do cartola, a juíza do caso, Pamela Chen, estimou que ele poderia ficar atrás das grades por pelo menos dez anos pela gravidade dos crimes cometidos. Marin aguarda sua sentença desde o Natal no maior presídio federal de segurança máxima americano, um bunker de concreto no distrito do Brooklyn.

Se pegar pena máxima pelos seis crimes pelos quais foi condenado, a sentença de Marin chegaria a 120 anos de cadeia, mas a sua pena pode ser atenuada por sua idade avançada -ele tem 85 anos- e condições de saúde. Segundo seus advogados, ele sofre de depressão e hipertensão.

O cartola é um dos quatro réus já condenados por envolvimento no escândalo da Fifa, o maior caso de corrupção na história do futebol mundial. Em dezembro, um júri determinou que ele é culpado de receber propina em negociações de contratos para a transmissão de torneios como a Copa América, a Libertadores e Copa do Brasil. (Folhapress)

A Coreia do Norte aceitou o convite de Seul para realizar uma reunião de alto nível no próximo dia 9 de janeiro para debater a participação de Pyongyang nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, que ocorrem entre 9 e 25 de fevereiro. Essa será a primeira reunião entre os dois governos em mais de dois anos e surge após a diminuição das ameaças de Kim Jong-un contra os vizinhos. + Ao contrário de Obama, Trump aperta cerco à maconha Na mensagem de fim de ano, o ditador norte-coreano continuou a provocar os Estados Unidos de Donald Trump, mas desejou "um sucesso verdadeiro" para as Olimpíadas sul-coreanas - ressaltando que pensava em mandar uma delegação para o outro lado da fronteira. No dia seguinte, Seul convidou os norte-coreanos para uma reunião na "cidade da trégua", Panmunjon, que fica próxima à fronteira das duas nações na chamada área de desmilitarização. Como resposta, a Coreia do Norte reativou um canal de comunicação por telefone e, após cinco conversas, de acordo com a mídia local, houve um acordo para marcar a reunião. (ANSA)

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Jornalista - Diretor de TV - Editor - Câmera -

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