Câmara Setorial de Turismo Rural lança manual

Câmara Setorial de Turismo Rural lança manual
Reunião mensal agrega conhecimentos para se definir diretrizes de políticas públicas estaduais 

10MAR2018|  11:46 – Imprensa Câmara – Foto: ©Câmara Municipal de Araraquara

Na segunda-feira (5), aconteceu a reunião da Câmara Setorial de Turismo Rural, vinculada ao Conselho Estadual de Turismo (Conturesp), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Com coordenação da presidente da Associação Paulista de Turismo Rural (Abraturr-SP), Andreia Roque, e participação de membros da diretoria, conselheiros representantes das entidades do Conturesp, prefeituras municipais, instituições, órgãos públicos e convidados, foi tratada a programação para se definir as diretrizes de políticas públicas estaduais para o Turismo Rural.

Na ocasião, aconteceu o lançamento oficial do “Manual de Atitudes Sustentáveis e Boas Práticas no Turismo Rural – Brasil 2018”, que se apresenta de modo didático e propõe ações que atendem a definição de Turismo Rural estabelecida pelo Ministério do Turismo do Brasil (MTur), onde são elencadas as atitudes sustentáveis no âmbito ambiental para Turismo Rural, sendo a dimensão sociocultural e econômica elementos dos próximos materiais de uma série sobre procedimentos a serem adotados em alinhamento do segmento turístico e suas modalidades específicas.

O manual, elaborado com a Associação Paulista de Turismo Rural, teve participação de entidades representativas do segmento turístico de vários estados brasileiros, empresários e pesquisadores, e será compartilhado gratuitamente com secretarias estaduais de turismo, prefeituras e na internet em sites conveniados.

A Associação das Prefeituras das Cidades Estâncias do Estado de São Paulo (Aprecesp) aplicará as atitudes e boas práticas nas estâncias de Itu, Socorro, São Roque e Atibaia, sendo as quatro cidades piloto para estudo de certificação de municípios paulistas com o “Selo Empreendimento Responsável”, a ser outorgado pela Associação Paulista de Turismo Rural e Aprecesp, através de metodologia de observação técnico-científica de coleta e análise de dados como método de pesquisa para definir o ranqueamento de pontuação por avaliação de dados compilados de questionário sobre os municípios interessados na certificação estadual, considerando-se o enquadramento na Lei Complementar n° 1.261, de 29 de abril de 2015.

A Câmara Setorial de Turismo Rural terá agenda fixa durante todo o ano de 2018, sendo toda primeira segunda-feira do mês, das 14h às 16h. A próxima reunião será realizada em 2 de abril e deverá definir as diretrizes para o Turismo Rural no Estado de São Paulo.

O vereador José Carlos Porsani (PSDB) participou da reunião a convite do presidente da Associação de Bueno de Andrada para Cultura e Turismo Rural (ABATur), Théo Bratfisch, membro-diretor da Associação Paulista de Turismo Rural.

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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