Doação coletiva de sangue é promovida por atléticas da Uniara, nesta quarta-feira, dia 7

Doação coletiva de sangue é promovida por atléticas da Uniara, nesta quarta-feira, dia 7
Ação é organizada pela Atlética Tourinho Filho, do curso de Direito da universidade

07MAR2018 | 8:38   - Assessoria de imprensa da Uniara – Foto ©Uniara

Uma doação coletiva de sangue no Hemonúcleo Regional de Araraquara (rua Expedicionários do Brasil, 1621), promovida como parte do trote solidário pelas Associações Atléticas de cursos da Universidade de Araraquara – Uniara, será realizada nesta quarta-feira, dia 7 de março, a partir das 9h. A iniciativa foi organizada pela Atlética Tourinho Filho – AAATF, do curso de Direito da instituição.

Seu presidente, Icaro de Souza Gomes da Silva, comenta que o Hemonúcleo precisa constantemente de doações, “principalmente no período posterior ao carnaval, quando o estoque praticamente zera”.

“Assim, pensamos nessa campanha. A atividade é voltada a calouros e veteranos, sendo que cada Atlética acompanhará sua turma e, se houver um grande número de colaboradores, repetiremos a ação no dia 9”, diz o estudante, que destaca que o gesto é muito importante e salva vidas. “Todos deveriam abraçar essa causa”, completa.

A atividade é apoiada pela coordenadoria dos cursos de extensão de Direito da Uniara. “Esperamos que isso possa ajudar o Hemonúcleo, além de conscientizar mais os alunos participantes da campanha”, finaliza o membro da coordenadoria, Fernando Rugno.

Detalhes sobre o Hemonúcleo estão disponíveis no endereço www.facebook.com/hemonucleoararaquara. Informações sobre os cursos da Uniara podem ser obtidas pelo site www.uniara.com.br ou pelo telefone 0800 55 65 88

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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