Estado Islâmico usa contraceptivos para estuprar mulheres

Estado Islâmico usa contraceptivos para estuprar mulheres, mulheres são obrigadas a usarem contraceptivos para não engravidarem após estupros realizados por combatente do EI

Uma solução moderna para uma situação medieval. Mulheres são obrigadas a usarem contraceptivos para não engravidarem após estupros realizados por combatente do EI. “Todo dia, eu tinha que tomar uma diante dele. Ele me dava uma caixa por mês. Quando acabava, ele trazia uma nova. Quando eu fui vendida de um homem para outro, a caixa de pílulas vinha comigo”, contou uma garota de 16 anos, abusada sexualmente. A adolescente capturada, que concordou em ser identificada pela inicial do seu nome, M., foi vendida sete vezes.

Os líderes do Estado Islâmico tornaram a escravidão sexual, como acreditam que era praticada na época do Profeta Maomé, como parte integral das operações do grupo, atacando mulheres e meninas que o grupo capturou entre a minoria religiosa yazidi há quase dois anos.

Das mais de 700 vítimas de estupro do grupo étnico yazidi que buscaram tratamento até o momento na clínica apoiada pela Organização das Nações Unidas, no norte do Iraque, apenas 5% engravidaram durante o período em que foram mantidas como escravas, segundo o ginecologista Nagham Nawzat.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor - Câmera -

Beto Fortunato

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