Liga Acadêmica de Saúde das Populações Negligenciadas é parceira do evento Mulheres que Transformam

Liga Acadêmica de Saúde das Populações Negligenciadas é parceira do evento Mulheres que Transformam
Projeto contará com atividades diversas ao longo de março, mês da mulher

08MAR2018 | 8:19   - Assessoria de imprensa da Uniara – 

A Liga Acadêmica de Saúde das Populações Negligenciadas – LASPN, do curso de Medicina da Universidade de Araraquara – Uniara, é uma das parceiras do evento “Agora é o momento: Mulheres que transformam”, que contará com diversas atividades realizadas ao longo do mês de março, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta quinta-feira, dia 8.

“É um projeto lindo, que levará o fortalecimento da mulher a várias regiões de Araraquara. Dentro dessa miríade de programação, a LASPN tem sua contribuição, estimulando o acolhimento da mulher lésbica e bissexual no contexto da saúde, por meio de conversas de conscientização com a população”, explica a presidente da Liga, Carolina de Azevedo Rodrigues Silva.

Ela coloca que as mulheres são historicamente um grupo negligenciado, “e promover eventos que fortaleçam sua imagem e incentivem o autoconhecimento, o autocuidado, e a busca da saúde, é de extrema importância”. “Não é preciso dizer que, embora as mulheres já tenham conquistado certo espaço, ainda falta muito para que possamos falar em equidade. A disparidade é ainda mais gritante quando se fala em mulher lésbica/bissexual/trans. Então, as atividades promovidas no Dia Internacional da Mulher são de extrema importância para a continuidade de sua colocação no contexto social, e para lembrarmos do que já conquistamos e do que ainda precisamos conquistar”, aponta.

Os interessados em conhecer mais sobre os trabalhos da LASPM podem acessar a página www.facebook.com/laspnuniara17.

Detalhes sobre o projeto “Agora é o momento: Mulheres que transformam”, realizado por meio da Coordenadoria Executiva de Políticas Públicas para Mulheres, ligada à Secretaria Municipal de Planejamento e Participação Popular, e da Secretaria Municipal da Cultura e Fundart, estão disponíveis no link https://goo.gl/u1HuK6.

Informações sobre o curso de Medicina da Uniara podem ser obtidas no endereço www.uniara.com.br ou pelo telefone 0800 55 65 88

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

About Beto Fortunato
Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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