Palmeiras nega procura do Atlético-PR por Michel Bastos – ‘empréstimo não está sendo cogitado’

Palmeiras nega procura do Atlético-PR por Michel Bastos –  ‘empréstimo não está sendo cogitado’
Titular do técnico Roger Machado em seis jogos em 2018, aparecendo com frequência na lateral-esquerda, o camisa 15 faz

10MAR2018|  13:59 - Bruno Nunes Loreto  - Foto:  Divulgação/Agência Palmeiras

Neste sábado, 10, dia em que o Palmeiras ficou muito próximo de acertar o empréstimo do lateral-direito Fabiano ao Internacional, foi ventilada a informação de uma possível saída de Michel Bastos para o Atlético-PR. Apesar disso, uma negociação envolvendo os clubes não está em andamento.

Titular do técnico Roger Machado em seis jogos em 2018, aparecendo com frequência na lateral-esquerda, o camisa 15 faz parte dos planos alviverdes para a sequência da temporada.

“Ninguém do Atlético me ligou. Não recebemos nada. O Michel faz parte do grupo do Palmeiras e um empréstimo hoje não está sendo cogitado”, afirmou o diretor de futebol Alexandre Mattos ao “Blog da Nadja”, do Globesporte.com.

Aos 34 anos, Michel Bastos chegou ao Palmeiras em 2017, após deixar o rival São Paulo. Em seu primeiro ano no clube foram 37 atuações e dois gols marcados, ambos pelo Paulistão.

“Não existe nada entre Michel e Atlético. O Michel é jogador do Palmeiras e vai continuar trabalhando para dar seu melhor no clube”, disse Emmaniel de Kerchove, empresário do jogador, também ao blog da jornalista Nadja Mauad.

Com a forte concorrência no meio de campo, Michel Bastos tem disputado posição na lateral-esquerda do Verdão. Atualmente, o “rival” direto é Victor Luís, titular nos dois últimos jogos. Outro nome para o setor é Diogo Barbosa,  que está em fase final de recuperação e perto de voltar à ativa.

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A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

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