Para evitar tragédia na Via Expressa,vereador quer manutenção urgente

Para evitar tragédia na Via Expressa,vereador quer manutenção urgente
“Os reclamos da população são pertinentes, e não entendo como ainda não foi tomada nenhuma providência.

07MAR2018|  8:47 – Imprensa Câmara – Foto: ©Câmara Municipal de Araraquara

Usuários afirmam que os problemas na Avenida Maria Antônia Camargo de Oliveira, a Via Expressa, se multiplicam, em especial, nesse período do ano, quando a cidade enfrenta fortes chuvas. O vereador Rafael de Angeli (PSDB), alertado por moradores e trabalhadores das imediações do Terminal Rodoviário, foi conferir de perto a situação, na tarde de sexta-feira (02).

“Os reclamos da população são pertinentes, e não entendo como ainda não foi tomada nenhuma providência. O perigo para pedestres e veículos que circulam por ali é iminente. Nos deparamos com diversos problemas em toda a extensão da Via Expressa”, alertou Angeli.

Funcionária de uma empresa nos arredores, Michele Regina Assumpção garantiu ao vereador que “quando o pessoal da Prefeitura vem fazer a limpeza, joga o mato dentro do rio, a calçada é intransitável e o trânsito precisa de atenção, pois acontecem de dois a três acidentes por semana aqui no final da Via Expressa”.

O parlamentar gravou um vídeo mostrando o mato que cresce às margens do Rio do Ouro e invade a calçada, o que prejudica a visão dos motoristas; a falta de grade de proteção em toda a extensão do rio, uma reivindicação antiga da cidade; a acessibilidade prejudicada, pois existe rampa somente em uma calçada e vários degraus no percurso, e uma grande erosão sob o passeio de pedestres.

“O que nós precisamos é de atitude por parte do poder público e de uma ação urgente aqui na Via Expressa, para que fatos como o ocorrido em 2012, quando a professora Terezinha Mansur, de 79 anos, perdeu a vida ao ser levada pela enxurrada para dentro do rio, não aconteçam mais. Vamos, através de indicações ao Executivo, cobrar soluções para todos esses problemas, nessa que é uma das artérias de trânsito mais importantes da cidade e precisa não só de atenção, mas, principalmente, de manutenção”, afirmou o vereador.

Você poderá conferir mais detalhes no vídeo “Vereadores em Ação” que será exibido na Sessão Ordinária da Câmara Municipal, na próxima terça-feira (13), com transmissão pela TV Câmara, pela internet e pelas redes sociais.

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

About Beto Fortunato
Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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