Peça teatral promovida pela Receita Federal, em parceria com a Uniara, será apresentada nesta quinta, dia 8

Peça teatral promovida pela Receita Federal, em parceria com a Uniara, será apresentada nesta quinta, dia 8
Espetáculo será realizado às 19h, no auditório principal da universidade

08MAR2018 | 8:24   - Assessoria de imprensa da Uniara – 

A peça teatral “A Repartição”, de autoria de Celso Viáfora e direção de Tadeu Di Pietro, será apresentada nesta quinta-feira, dia 8 de março, às 19h, no auditório José Araújo Quirino dos Santos (avenida Dom Pedro II, 660, no Centro), localizado na unidade I da Universidade de Araraquara – Uniara. O evento, gratuito e aberto à comunidade, é promovido pela Receita Federal, em parceria com os cursos de Administração, Economia e Ciências Contábeis da universidade, por meio do Núcleo de Apoio Fiscal – NAF.

“Essa peça, particularmente, é interessante para os alunos das três graduações, pois entra no contexto de educação tributária. Ela traz para o público, de uma forma lúdica e bem-humorada, as dificuldades e a rotina de como se dá a formação do cidadão e dos operadores tributários”, explica o chefe do Departamento de Ciências da Administração e Tecnologia – CAT da Uniara, Eduardo Rois Morales Alves.

Ele lembra que o NAF é uma parceria entre a universidade e a Receita Federal, e que o Núcleo “está em fase de implementação para a prestação de serviços gratuitos à população, de forma a colaborar com os cidadãos mais necessitados”.

Informações sobre as graduações da Uniara podem ser obtidas no endereço www.uniara.com.br ou pelo telefone 0800 55 65 88.

Sinopse de “A Repartição” (divulgação – Superintendência Regional da Receita Federal em São Paulo)

Numa repartição da Receita Federal do Brasil, três servidores constroem suas trajetórias. Repressão aduaneira, fiscalização e atendimento são algumas das atividades realizadas no dia a dia da unidade. Dificuldades sempre existem; a busca incansável pelas soluções também.

O momento histórico é delicado. O país precisa, mais do que nunca, que a Receita Federal cumpra seu papel institucional em benefício da sociedade. E é o seu corpo de funcionários – com seus valores, paixões e medos – que escreverá o desfecho desta história.

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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