Profissionais qualificados têm diversas possibilidades de carreira no mundo da moda

Profissionais qualificados têm diversas possibilidades de carreira no mundo da moda
Setor envolve uma cadeia de produção ampla, que abrange idealização, confecção, divulgação e venda

07MAR2018|  8:27 - Gabrielle Chagas  - Foto:  © Senac

A moda está em todos os lugares, seja nas vitrines das lojas, seja nos guarda-roupas, nas redes sociais ou até mesmo em peças de teatro. Mas quem são as pessoas responsáveis por manter o setor em constante ascensão? De acordo com Erika Oliveira, docente da área de moda do Senac Araraquara, esse universo inspirador pode se tornar promissor para quem está interessado em se atualizar.

“A moda exige cada vez mais profissionais ligados nas tendências e preparados para mudanças. A pessoa deve escolher com qual segmento ela se identifica, o que mais gosta e o que tem prazer em fazer, pois assim seu desenvolvimento será mais eficiente. É importante lembrar: o grande número de indústrias aumenta as chances de emprego, mas não anula a necessidade de qualificação”, diz Erika.

Para começar uma carreira em uma área ampla e cheia de possibilidades, segundo a docente, a busca do aperfeiçoamento profissional é ponto-chave, com a disposição para aceitar as diversidades e novas informações. O desenvolvimento do perfil criativo, a boa iniciativa, a disponibilidade de trabalhar em equipe e o gostar de pesquisas e de tudo que envolve o universo da moda são outros quesitos essenciais.

Com o intuito de auxiliar os interessados em definir carreiras, Erika cita e contextualiza algumas profissões do mundo da moda.

Estilista: é responsável por observar o comportamento do público e criar coleções e produtos de moda que atendam aos desejos e às possibilidades de aquisição do consumidor. No processo de criação, considera aspectos como qualidade, sustentabilidade, tecnologia, originalidade e viabilidade do produto.

Coolhunter: com relação direta ao trabalho do estilista, é sua função observar comportamentos, rastrear tendências e reconhecer padrões de consumo. Na prática, ele traduz macrotendências em oportunidades de negócio para desenhar o que será praticado pelo estilista.

Consultor de imagem: orienta a composição do visual pessoal ou profissional de seu cliente para que a imagem dele seja uma ferramenta de empoderamento. O consultor aconselha sobre o uso adequado das cores e a composição harmônica do guarda-roupa, considerando necessidades e expectativas individuais e do ambiente.

Stylist: esse profissional traduz em imagens o conceito de uma marca ou de uma coleção de moda. Para isso, comanda o ciclo de criação de imagem desde a pesquisa até a finalização das peças. O cargo exige criatividade, repertório (comportamento, história, cultura, estética, comunicação e marketing) e liderança.

Produtor de moda: nessa carreira, a pessoa produz desfiles de moda, campanhas publicitárias, ensaios fotográficos, catálogos de marcas e exposições. Trabalha com a execução de imagem de moda. É necessário desenvolver o perfil proativo e organizado para realizar multitarefas.

Visual merchandiser: define a identidade visual de uma loja de acordo com a proposta da marca e da coleção, motivando e influenciando as decisões de compra dos consumidores. Ele é responsável por escolher o que será exibido para proporcionar uma experiência única ao cliente.

Figurinista: compõe ou cria as roupas para personagens em produções artísticas. Sua função é traduzir as características, o contexto histórico, o roteiro e a expectativa do espectador para dar vida a um personagem. É ele quem definirá o estilo com base na personalidade do papel do ator.

            Depois de identificar a área de maior interesse, é hora de dar início à capacitação para ter aprofundamento no tema e respaldo de conteúdos. Em alguns cursos, a experimentação por meio da prática também é essencial.  “É interessante frisar que, para cursar qualquer qualificação em moda, não é necessário desenhar nem costurar, pois além de essas competências serem desenvolvidas durante os cursos, existem algumas profissões, como na área de produção de moda, em que elas não são abordadas”, orienta a docente do Senac Araraquara.

Serviço:

Senac Araraquara

Endereço: Rua João Gurgel, 1.935 – Carmo/Araraquara – SP

Informações e inscrições: www.sp.senac.br/araraquara

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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