Quando a mini abdominoplastia é uma opção?

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Especialista explica a diferença entre as técnicas para retirada de excesso de pele e gordura abdominal e ressalta que a cirurgia não pode ser considerada um método de emagrecimento

Excesso de gordura, pele excedente e flacidez são os principais incômodos que motivam homens e mulheres a realizarem procedimentos estéticos cirúrgicos como a abdominoplastia. Atualmente, é a quinta cirurgia plástica mais realizada no país nos últimos anos, registrando um aumento de procura de 7,5%, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética (ISAPS). Prova dessa paixão por cirurgias plásticas, é que o Brasil se mantém há anos como vice-campeão no ranking do segmento, perdendo apenas para os Estados Unidos.

De acordo com o cirurgião plástico, Dr. Rafael Werneck, a abdominoplastia tem sido buscada como uma alternativa para o emagrecimento, mas o especialista ressalta que o procedimento não é indicado para essa finalidade. “A abdominoplastia é uma cirurgia procurada por quem quer ter a sonhada “barriga chapada”, mas não é uma alternativa para quem quer emagrecer. Nela retiramos apenas o excesso de pele, gordura localizada e recuperamos a firmeza dos músculos da região abdominal”, conta o cirurgião.

Werneck explica que o procedimento tradicional é indicado para pessoas que emagreceram muito ou passaram por uma gestação, além de pessoas que sofrem com diástase abdominal e flacidez. Mas pessoas magras, também podem se beneficiar da técnica, realizando a mini abdominoplastia, que corresponde a 25% dos casos de cirurgias para remoção de pele no abdome.

“A mini abdominoplastia é uma opção para pacientes com pouca flacidez de pele abdominal, na região abaixo do umbigo. Para garantir a aparência de “barriga zero”, pode ser feita a plicatura dos músculos reto abdominais. Mas nesse caso, diferente do método tradicional, a cicatriz fica menor, sem cortes no umbigo e a recuperação tende a ser mais rápida”, diz o especialista, que ressalta ainda que técnica utilizada em cada caso, não dependerá, então, da escolha da paciente, nem do médico e sim da quantidade e localização do excesso de gordura e pele.

A abdominoplastia costuma ser associada na maioria das vezes a lipoaspiração, principalmente da gordura dos flancos. “As técnicas estão constantemente sendo aprimoradas no país, por isso atualmente há também métodos inovadores que associam a abdominoplastia à lipo, com o objetivo de definir a musculatura do abdome, deixando a barriga o mais lisinha possível”, finaliza.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor - Câmera -

Beto Fortunato

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