Tiramisù é celebrado nesta quarta; aprenda uma receita e se delicie

Tiramisù é celebrado nesta quarta; aprenda uma receita e se delicie
A sobremesa à base de mascarpone e café foi criada em Treviso, na Itália

8:59| 21MAR2018 - LifeStyle / Sobremesa Italiana

Um dos mais famosos doces italianos, o tiramisù conquistou seu espaço em diversos lugares do mundo e será celebrado nesta quarta-feira (21), no “Tiramisù Day”. A sobremesa à base de mascarpone e café foi criada em Treviso, na Itália.

Que tal celebrar a data anotando a receita abaixo e se deliciando? Papel e caneta em punhos.

Ingredientes:

500 g de queijo Mascarpone Galbani

5 ovos

5 colheres de sopa de açúcar

40 palitos de La Reine

2 chávenas de café sem açúcar

2 colheres de sopa de Marsala (vinho doce italiano)

Cacau em pó sem açúcar

Instruções:

– Separe as gemas das claras.

– Bata as gemas com o açúcar até a mistura ficar esbranquiçada.

– Adicione o queijo Mascarpone e misture bem.

– Bata as claras em castelo e junte-as lentamente ao preparado anterior.

– Misture o café frio e o Marsala numa taça e embeba os palitos de La Reine.

– Coloque metade dos palitos no fundo de uma taça (do tipo que se usa para gratinar), cubra-os com metade do preparado feito com os ovos, coloque o resto dos palitos e cubra tudo com o que sobra do preparado.

– Deixe repousar no frigorífico durante pelo menos 3 horas (o ideal é deixar repousar 12 horas).

– Antes de servir, polvilhe o Tiramisù com o cacau em pó usando uma peneira.

Dicas:

1. O segredo do Tiramisù é a sua base: a mistura de ovos frescos, açúcar e queijo Mascarpone Galbani. Crie as suas receitas de Tiramisù, adicionando-lhe os ingredientes que mais gosta ou inspire-se nas nossas receitas. (Receitas de Tiramisù)

2. Substitua os palitos La Reine por bolachas estaladiças, bolachas de manteiga, brioches ou pão de gengibre.

3. Substitua o café por chocolate, sumo de frutos vermelhos, licor, xarope, ou mesmo por caramelo feito com manteiga com sal.

4. Coloque framboesas, maçãs caramelizadas, peras, coco ou creme de castanha entre os palitos e o creme.

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) marcaram para esta terça-feira (20) uma reunião para discutir o impasse em torno da prisão após condenação em segunda instância. Segundo a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia, a reunião foi marcada a pedido do decano, Celso de Mello. O tema interessa ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado pela segunda instância da Justiça Federal em janeiro por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). Em 2016, por 6 votos a 5, a maioria dos ministros passou a autorizar a execução provisória da pena, antes de esgotados os recursos nos tribunais superiores. Duas ações que tratam da constitucionalidade dessa medida foram liberadas em dezembro pelo relator, Marco Aurélio, para serem julgadas no plenário, mas estão fora da pauta elaborada por Cármen Lúcia. Em entrevista à Rádio Itatiaia, de Minas, nesta segunda-feira (19), a presidente disse que a reunião desta terça foi solicitada pelo decano. "O que tem de concreto é que o ministro Celso de Mello me disse que seria conveniente nós conversarmos. Não é nem reunião formal, não fui eu que convoquei, mas é comum a conversa acontecer." À noite, em entrevista transmitida pelo Jornal Nacional, da TV Globo, Cármen Lúcia reafirmou que não vai ceder e não vai pautar as ações que tratam do assunto. Uma ala dos ministros quer que a questão seja julgada logo. Integrantes dessa ala dizem acreditar que há maioria para mudar o entendimento vigente a fim de que a prisão só possa ser decretada após julgamento de recurso pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), a terceira instância da Justiça, nos moldes do defendido por Dias Toffoli. As opções da defesa de Lula para evitar eventual prisão estão em duas ADCs (ações declaratórias de constitucionalidade), que tratam da prisão em segundo grau de forma genérica, ou no pedido de habeas corpus preventivo. O relator do habeas corpus, ministro Edson Fachin, já negou o pedido liminarmente, e decidiu que seu mérito deverá ser analisado pelo plenário (composto pelos 11 ministros), e não pela Segunda Turma (formada por cinco). Cármen Lúcia disse à Rádio Itatiaia que o julgamento do habeas corpus pelo plenário independe de ela colocá-lo na pauta, e que cabe a Fachin levá-lo "em mesa" -no jargão do STF, levar em mesa é pedir para que seja votado. Somente o relator pode levar em mesa o habeas corpus. Já as ADCs tiveram embargos declaratórios (um tipo de recurso) apresentados na semana passada pelo Instituto Ibero Americano de Direito Público contra uma decisão liminar do plenário que negou um pedido para suspender as prisões antecipadas. Como os embargos declaratórios questionam um acórdão do plenário, eles precisam ser julgados pelos 11 ministros -o que é visto como uma chance para reabrir a discussão sobre o tema. De acordo com o relator das ADCs, Marco Aurélio, não cabe a ele levar esses embargos ao plenário, pois seu voto foi vencido na ocasião do julgamento da liminar. Caberia ao redator do acórdão, Fachin, que deu o voto vencedor. Procurado, o gabinete de Fachin informou que ele está analisando a matéria. Uma terceira opção para a defesa é algum ministro apresentar a Cármen Lúcia uma questão de ordem, durante a sessão, argumentando sobre a conveniência de julgar as ações. O regimento permite que qualquer integrante da corte faça esse movimento. Com informações da Folhapress.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

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