Vereador constata desvio de rota no pedágio de Bueno de Andrada

Vereador constata desvio de rota no pedágio de Bueno de Andrada
Uma empreiteira contratada pela Rumo ALL, que está fazendo reparos na linha do trem, abriu o caminho para…

07MAR2018|  8:52 – Imprensa Câmara – Foto: ©Câmara Municipal de Araraquara

Após receber denúncias da população sobre um problema relacionado ao pedágio de Bueno de Andrada, o vereador Rafael de Angeli (PSDB) visitou, na segunda-feira (5), o local e constatou uma passagem irregular para veículos.

Uma empreiteira contratada pela Rumo ALL, que está fazendo reparos na linha do trem, abriu o caminho para caminhões e trabalhadores acessarem a ferrovia. No entanto, tal abertura tem servido de alternativa para condutores não pagarem a taxa.

O funcionário responsável pelo pedágio declarou que muitos carros utilizam o desvio todos os dias. “Essa passagem foi feita há mais de seis meses e eu já a fechei com terra, mas eles abriram novamente. Quando coloco obstáculos, os próprios motoristas retiram. Entrei em contato com os responsáveis da Rumo ALL, mas não recebi respostas.”

O vereador conversou com Nivaldo Aparecido Vicente, líder da Rumo, que afirmou: “após finalizar seu serviço, a empreiteira não fechou o caminho e nós também não o faremos. Sugeri ao responsável pelo pedágio que a Prefeitura forneça um cadeado para colocarmos uma corrente, impedindo o desvio de veículos. Porém, ainda não obtive resposta”.

O parlamentar encaminhará a problemática ao Executivo e cobrará providências. “O brasileiro reclama muito de corrupção, contudo, há diferentes formas de praticá-la. Gatos de internet, de energia ou de água, carteirinha falsificada para pagar meia-entrada no cinema e furar o pedágio são algumas destas maneiras. Ao deixar de pagar esta taxa, o próprio usuário abre mão de melhorias na estrada”, exemplificou Rafael de Angeli.

Na 54ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal, realizada nesta terça-feira (6), o vereador disse querer ajudar a qualquer custo. “Se precisar, eu compro o cadeado, caso seja o problema. Fica a dica e o meu compromisso”, concluiu.

Fotos em: https://flic.kr/s/aHsmgAaaPc

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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