Vereadora defende licença gestante de servidoras que sofreram perda gestacional

Vereadora defende licença gestante de servidoras que sofreram perda gestacional
Atualmente, o Decreto Estadual nº 29.180/88 prevê que “no caso de natimorto, será concedida a licença para tratamento de saúde, a…

06MAR2018|  8:05 – Imprensa Câmara – 

Quando um bebê nasce, várias vidas se transformam. Mas, para os pais, a vida do filho começa bem antes do nascimento. E quando, por algum motivo, o ato de nascer é interrompido, a dor da perda não faz distinção. Pensando nessas mães, a vereadora Juliana Damus (PP) protocolou requerimento a ser enviado ao governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), solicitando que as servidoras e funcionárias públicas estaduais de filhos natimortos também tenham direito à licença gestante.

Atualmente, o Decreto Estadual nº 29.180/88 prevê que “no caso de natimorto, será concedida a licença para tratamento de saúde, a critério médico”.  Na opinião da parlamentar, a falta desse amparo legal “é uma insensibilidade e uma injustiça ao sofrimento e ao desamparo dessas mães, que buscam, após a perda de seus filhos, o reestabelecimento físico e psíquico”, enfatizou.

Mães órfãs

A iniciativa da vereadora surgiu após conversa com a representante do Grupo Transformação – um grupo de apoio à perda gestacional e neonatal – Perla Frangioti Machado, professora da rede Estadual e mãe de Heloísa, nascida morta em 19 de fevereiro de 2017. “Ficam essas mães, órfãs de seus filhos e filhas, órfãs, também, de amparo do Estado-empregador, sendo-lhes concedida, quando muito (a critério, no mais das vezes, abusivos e arbitrários dos médicos peritos), mera licença para tratamento da saúde”, cita em abaixo-assinado dirigido ao Governador do Estado, e que conta atualmente com mais de 1.500 assinaturas.

Para participar do abaixo-assinado, acesse: www.change.org/p/governador-geraldo-alckimin-concess%C3%A3o-de-licen%C3%A7a-gestante-para-m%C3%A3es-estatut%C3%A1rias-de-sp-de-natimortos

Informações sobre o trabalho do Grupo estão disponíveis na Fanpage: www.facebook.com/pg/grupotransformacaoperdagestacionaleneonatal/about/?ref=page_internal

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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