Vereadora leva pedido de pacientes com câncer a Nilson Carneiro

Vereadora leva pedido de pacientes com câncer a Nilson Carneiro
O secretário de Cooperação dos Assuntos de Segurança Pública, Coronel João Alberto Nogueira Júnior, que também participou da reunião…

06MAR2018|  8:15 – Imprensa Câmara – 

Engajada na causa dos pacientes em tratamento contra o câncer, a vereadora Juliana Damus (PP) esteve na sede da Coordenadoria de Mobilidade Urbana na tarde da quinta-feira (01). Em conversa com o coordenador Nilson Carneiro, a parlamentar levou a sugestão que recebeu do grupo Chá de Lenços Único e de munícipes que as pessoas nessas condições ficassem isentas do pagamento da tarifa de Área Azul, quando fossem utilizar os serviços do Centro Oncológico da Região de Araraquara (Cora).

O secretário de Cooperação dos Assuntos de Segurança Pública, Coronel João Alberto Nogueira Júnior, que também participou da reunião, fez algumas ponderações. “Não tem como controlar, acaba abrindo um precedente, e fica difícil fiscalizar. Como hoje é tudo por videomonitoramento, o veículo ficaria isento em qualquer lugar que parasse”, alertou.

Carneiro acabou oferecendo outra possibilidade: a ampliação da área de embarque e desembarque ou a criação de vagas de 15 minutos na região do hospital.

Outra sugestão é o “Estacionamento Solidário”, que deverá ser realizado no Dia das Mães. O valor arrecadado pela Área Azul seria direcionado ao Fundo Municipal do IPTU Solidário, podendo ser destinado às entidades que cuidam das pessoas em tratamento contra o câncer.

Juliana entende que as medidas ajudariam esses munícipes. “Como é de conhecimento público, o tratamento é caríssimo, e qualquer ajuda é sempre bem-vinda. Iremos atrás dessas possibilidades oferecidas pelo Nilson”, finalizou.

De olho

A vereadora também conversou com o diretor da Divisão de Tráfego da Prefeitura, Gerhard Schneider Júnior, para ver o andamento de suas várias indicações referentes ao trânsito do município. “Estamos com todos os pedidos aqui e já demos andamento a eles. Em breve tudo estará resolvido”, afirmou.

Fotos: https://flic.kr/s/aHsmfn96iL

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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