Vereadores buscam informações sobre casas populares

Vereadores buscam informações sobre casas populares
Questionada pelos parlamentares sobre a forma de seleção dos proprietários…

10MAR2018|  11:42 – Imprensa Câmara 

Na manhã de terça-feira (06), na Prefeitura, em reunião com a secretária municipal de Desenvolvimento Urbano, Luciana Gonçalves, e com a coordenadora executiva de Habitação, Mara Gomes, vereadores da Câmara Municipal de Araraquara buscaram informações sobre os diversos residenciais, entre eles, o Residencial Parque Valle Verde. Com aproximadamente 1600 residências, o empreendimento foi o foco dos questionamentos dos parlamentares devido a denúncias de irregularidades feitas por populares em seus gabinetes.

Questionada pelos parlamentares sobre a forma de seleção dos proprietários, Mara Gomes explicou que dos sete empreendimentos entregues recentemente, em apenas dois, o processo de seleção foi por meio de sorteio e, ainda, por uma exigência do Ministério Público. “As irregularidades de uso das Unidades Habitacionais são reflexos de defeitos no cadastro habitacional e sua gestão, atualmente sendo corrigido pela atual administração”, pontuou a coordenadora.

Segundo ainda a coordenadora, a responsabilidade da Prefeitura é classificar a demanda da população de acordo com dados e documentos apresentados, mas quem fornece a resposta final é a Caixa Econômica Federal (CEF), com quem de fato é feito o contrato de financiamento. A instituição seria também a responsável por executar os proprietários em caso de inadimplência ou descumprimento a cláusulas contratuais que ensejem ação de reintegração de posse.

“A partir de denúncias de casas vazias, alugadas ou cedidas, fiscalizamos 350 unidades, das quais, em 114, foram de fato constatadas irregularidades, que foram oficializadas junto à CEF. Temos uma avalanche de trabalho a ser feito, não podemos ficar voltados apenas para as ações que foram feitas no passado. Nesses casos, cabe à atuação do Ministério Público, da Justiça”, justificou Luciana Gonçalves.

Participaram da reunião os vereadores Paulo Landim (PT), Roger Mendes (PP), Lucas Grecco (PSB), Toninho do Mel (PT) e Zé Luiz – Zé Macaco (PPS). Após a explanação, os parlamentares vão se reunir para estudar meios de atuação.

Confira fotos no Flickr da Câmara: https://flic.kr/s/aHskucBFzc

A empresa de auditoria PricewaterhourseCoopers (PwC), a empresa Kaspersky Lab, a consultora Gartner e vários especialistas consideram o problema da cibersegurança como a maior ameaça para os negócios. As empresas estão gastando milhões de dólares para se protegerem de ataques informáticos, sobretudo os bancos. Segundo um recente relatório da PwC, o que mais preocupa os investidores em todo o mundo é a escassez de medidas de segurança informática nas empresas. Deles, 41% acreditam que os ciberataques são uma grande ameaça. A Kaspersky Lab, empresa russa de segurança cibernética, alertou que as pequenas e médias empresas sofrem 43% desses ataques cibernéticos, uma percentagem que coloca essas empresas na mira dos hackers. De acordo com um estudo da Gartner, em 2018 as empresas gastarão 96,3 bilhões de dólares (R$ 313 bilhões) para proteger-se desse tipo de ataques – um aumento de 8% em comparação com 2017. É de sublinhar que durante muito tempo os investimentos na segurança informática foram mantidos a um nível mínimo necessário para cumprir a legislação. Entretanto, nos últimos três anos tem sido observada uma tendência de investir mais na cibersegurança, explicou Mikhail Lapin, diretor de projetos da empresa Bell Integrator. + Em que período do dia você deve evitar as redes sociais? Entre os ciberataques mais graves, Lapin lembrou o roubo, no fim de janeiro, de 530 milhões de dólares [R$ 1,24 bilhões] em criptomoedas na bolsa de moedas digitais Coincheck, uma das mais importantes casas de câmbio virtuais. Todo o dinheiro no mundo Nos próximos três ou cinco anos, veremos um crescimento notável das despesas destinadas a aumentar a segurança da informação. Trata-se de um aumento entre 4% e 8% anuais, informou Lapin. Mas nem todos os problemas podem ser resolvidos através de dinheiro. Para se protegerem, as empresas terão de inculcar a cultura dos dados pessoais para evitar a divulgação de informações ou dados confidenciais a terceiros. A Gartner prevê que, até 2020, mais de 60% das corporações vão investir grandes quantidades de dinheiro em ferramentas de segurança da informação. Trata-se de evitar a perda de dados, criptografá-los e auditá-los. Agora a cifra é de 35%. Entretanto, uma das outras principais ameaças não é tanto que aumente o número de ataques informáticos e vazamento de dados, mas que aumente o custo da aplicação de medidas de segurança que não funcionam. E os especialistas insistem: sua eficácia é limitada. Por essa mesma razão, a busca de outros tipos de soluções mais baratas é algo que se torna a tarefa mais importante para as empresas privadas. Com informações do Sputnik Brasil.

About Beto Fortunato
Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *