Washington não descarta ataque contra exército da Síria

Washington não descarta ataque contra exército da Síria
“Em qualquer situação, a solução militar não pode ser excluída”, afirmou representante permanente dos EUA na ONU

23FEV2018|  7:59 - Tensão  - Foto:  © REUTERS/Omar Sanadiki

Washington não exclui a possibilidade de aplicar a força militar contra as forças governamentais na Síria, afirmou a representante permanente dos EUA na ONU, Nikki Haley. “Em qualquer situação, a solução militar não pode ser excluída. Não queremos estar no centro do conflito sírio, mas queremos fazer os possíveis para proteger as pessoas das armas químicas”, disse Haley durante seu discurso no Instituto de Política da Universidade de Chicago.

A representante sublinhou que os Estados Unidos continuam pressionando a Rússia, que, segundo Haley, “encobre” o governo do presidente Bashar Assad e impede a entrega de ajuda humanitária a Ghouta Oriental.

A representante não descartou que os EUA possam lançar um ataque contra a Síria, como ocorreu em abril de 2017, caso as informações sobre o uso de armas químicas sejam provadas.

“Os ataques de mísseis não são realizados sem motivo. O presidente [Donald Trump] deixou claro que não iria revelar seus planos, mas Assad entende que iremos agir se encontrarmos provas [do uso de armas químicas]”, disse ela, ressaltando que no momento o líder sírio está caminhando “no fio da navalha”.

No fim de janeiro, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, acusou as autoridades sírias de terem utilizado armas químicas contra os civis em Ghouta Oriental. A diplomacia norte-americana também sublinhou que Moscou protege por todos os meios o regime de Bashar Assad, que supostamente “continua recorrendo às armas químicas”.

Em resposta, o Ministério da Defesa russo declarou que as acusações dos EUA contra o governo sírio se baseiam em rumores, informações nas redes sociais e testemunhos de militantes. A Chancelaria russa também qualificou as acusações de Washington sobre o uso de armas químicas por Damasco como “infundadas”. Com informações da Sputnik News Brasil.

O jogador Jefferson Reis, que espancou o gandula Tadeu Francisco no último domingo (19) durante a partida entre Operário e Comercial, pelo Campeonato do Mato Grosso do Sul, se pronunciou sobre o ocorrido. Ele, que teve contrato rescindido com o Operário na segunda (20), está arrependido e pediu perdão. "Queria mostrar que não sou esse Jeferson que estão vendo na imagem. Me arrependo muito e vou pagar por isso. Como já estou pagando", disse o atleta de 22 anos em entrevista à EPTV, afiliada da Rede Globo. Jefferson disse que Tadeu agrediu o massagista Raul, de 54 anos, e resolveu “defender” o profissional. “Perdi a cabeça porque ele agrediu um pai de família de 54 anos. Se ele fizesse o trabalho dele certinho, nada disso teria acontecido. Nosso massagista foi falar com ele, e ele o agrediu pelas costas. A briga estava rolando faz tempo. Só filmaram quando estava batendo”, afirmou. “Peço desculpa ao gandula, para a família dele. Para todo mundo que viu isso aí”, acrescentou Jefferson. “Na hora que entrei no vestiário, que tive que ir para delegacia depois, perguntei para mim mesmo: ''O que eu fiz com a minha vida'? Acabei com minha carreira". Ali meu mundo acabou. Foi quando liguei para meu pai, que só chorava. Ele sofreu muito para criar eu e meu irmão sem mãe. E acontece um negócio desse, repercussão no mundo todo. Minha família ligando, preocupada, teve ameaça, pessoas falando que iam me matar”, comentou. O gandula Tadeu Francisco teve o nariz quebrado. "Eu perdoo sim. O perdão é o melhor remédio para acabar com a mágoa no coração", disse Tadeu em entrevista ao UOL.

About Beto Fortunato
Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *