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‘Não há garantia de que Zé Celso vá viver’, diz Suplicy depois de visitá-lo em hospital

O dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa, 86 anos, que está internado na UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, após ter 40% do corpo queimado em um incêndio em seu apartamento


O deputado estadual (PT-SP) Eduardo Suplicy visitou nesta terça (4) o dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa, 86 anos, que está internado na UTI do Hospital das Clínicas, em São Paulo, após ter 40% do corpo queimado em um incêndio em seu apartamento.

O parlamentar afirmou que conversou com a médica Roberta Vieira, que deu a ele informações sobre o estado de saúde do dramaturgo.

“Não há garantia de que Zé Celso vá viver. Mas tudo está sendo feito para que ele possa se recuperar”, disse Suplicy à coluna.

O deputado afirmou que o amigo estava desacordado e, por isso, os dois não puderam conversar. “Ele estava deitado, com máscara respiratória.”

De acordo com Suplicy, “não se sabe quanto tempo ele ainda vai ficar desacordado”.

Como os dois não puderam se comunicar, o parlamentar deixou um bilhete para o fundador do Teatro Oficina, em que deseja melhoras e afirma estar rezando por ele.

“Estou rezando para Jesus, Nossa Senhora, São José, pedindo a força dos orixás para que lhe deem toda força”, escreveu Suplicy.

O deputado é amigo de longa data do dramaturgo e há muitos anos frequenta o Teatro Oficina.

Ele é um dos maiores apoiadores de Zé Celso na disputa que o diretor trava com Silvio Santos pelo terreno vizinho ao teatro, no Bexiga.

Dono do imóvel, o apresentador do SBT quer fazer um empreendimento imobiliário no espaço. Já Zé Celso sonha em construir no local o parque do rio Bexiga.

Além de Zé Celso, outras três pessoas ficaram feridas no incêndio, mas em menor gravidade.

O marido do dramaturgo, o ator Marcelo Dummond, foi levado a uma UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) e está em observação. Ele não chegou a se queimar, mas inalou monóxido de carbono. Os dois moram no mesmo prédio, mas em apartamentos diferentes.

Também se feriram os atores Victor Rosa e Ricardo Bittencourt.

“Foi um horror. Acordei com as labaredas e levei um tempo para entender que era fogo de verdade”, disse Bittencourt à coluna. Ele não chegou a se queimar, mas também foi transferido para a UTI por ter inalado monóxido de carbono.
Segundo ele, Victor Rosa se queimou ao tirar Zé Celso do fogo.

Bittencourt contou que o incêndio começou no quarto de Zé Celso. “Provavelmente foi no aquecedor”, revela. Ele disse que encontrou o dramaturgo muito machucado no chão da sala, sendo arrastado por Victor para tirá-lo do fogo.

O 36º Distrito Policial (Vila Mariana) afirma que trabalha em busca de evidências das causas do incêndio e solicitou exames ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML) para auxiliar na investigação.

|IDNews® | Folhapress | Beto Fortunato |Via NBR | Brasil

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

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