Guilherme Fontes fala sobre censura e os problemas – Chatô – O Rei do Brasil

Foram 20 anos de espera até Chatô – O Rei do Brasil enfim ficar pronto. Um período repleto de problemas, com interrupção nas filmagens, dificuldades na captação do orçamento e acusações de má utilização do dinheiro público, que resultaram em processos e condenações para o diretor Guilherme Fontes.

Em 13 de novembro, enfim Chatô foi exibido para a imprensa carioca – o Adoro Cinema não apenas viu, como aprovou! Logo após a sessão, tivemos a oportunidade de entrevistar o próprio diretor. Guilherme não fugiu de nenhuma pergunta: falou sobre censura, preconceito da classe cinematográfica, o porquê da edição e finalização ter demorado tanto, se foi feita alguma mudança em relação ao projeto idealizado e a participação de Francis Ford Coppola no projeto.

Questionado se em algum momento teria pensado em abandonar Chatô ou chamar outro diretor para concluí-lo, Fontes rebateu: “O dinheiro é público, mas o filme é meu! Eu que captei, está tudo certo. Não permiti que invadissem o filme até que acabasse. Às vezes me sinto como um pintor, que só precisa de um cantinho e uma paz para poder acabar.”

Chatô – O Rei do Brasil chega hoje, 19 de novembro, aos cinemas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Amanhã você confere a segunda parte da entrevista exclusiva com Guilherme Fontes.

Francisco Russo

About Beto Fortunato
Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

Beto Fortunato

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