Venezuela lança criptomoeda nacional garantida por petróleo

Venezuela lança criptomoeda nacional garantida por petróleo
A moeda petro é garantido pelas reservas de petróleo, ouro e diamantes do país

07JAN2018|  7:44 - Petro/Venezuela   - Foto:  © Reuters

A Venezuela está lançando 5,9 bilhões de dólares (19 bilhões de reais) em sua criptomoeda estatal petro e espera que isso possa retirar o país da crise econômica em meio às sanções norte-americanas.

O petro é garantido pelas reservas de petróleo, ouro e diamantes do país.

O presidente da Venezuela Nicolás Maduro, em mensagem via televisão, “ordenou a emissão de 100 milhões de petros com a sustentação legal pela riqueza petrolífera certificada e legalizada da Venezuela. Cada petro será igual em valor ao barril de petróleo venezuelano”.

Assim, a emissão total de petros é estimada em 6 bilhões de dólares (19 bilhões de reais).

Além de petróleo, cujas reservas são amplas na Venezuela e que constitui cerca de 95 por cento da receita de exportação da Venezuela, o petro é garantido pelas reservas de ouro e diamantes.

Maduro anunciou a intenção de criar uma cripotomoeda nacional ainda no início de dezembro. Espera-se que a tecnologia de blockchain ajude este país latino-americano a superar o bloqueio introduzido pelos EUA e a facilitar o sistema monetário.

O Ministério do Poder Popular de Economia e Finanças da Venezuela sublinhou as vantagens da criptomoeada na realização de transações financeiras e na busca de novas opções financeiras, tendo em conta que a moeda oficial venezuelana, o bolívar, está em queda já por dois anos consecutivos junto com a economia do país.

Em agosto, Washington introduziu sanções amplas contra Caracas cortando o acesso do governo venezuelano, assim como da empresa petrolífera e de gás estatal PDVSA, a empréstimos de empresas dos EUA.

O sucesso das criptomoedas baseia-se na transparência de suas transações. Com informações do Sputnik.

A Coreia do Norte aceitou o convite de Seul para realizar uma reunião de alto nível no próximo dia 9 de janeiro para debater a participação de Pyongyang nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, que ocorrem entre 9 e 25 de fevereiro. Essa será a primeira reunião entre os dois governos em mais de dois anos e surge após a diminuição das ameaças de Kim Jong-un contra os vizinhos. + Ao contrário de Obama, Trump aperta cerco à maconha Na mensagem de fim de ano, o ditador norte-coreano continuou a provocar os Estados Unidos de Donald Trump, mas desejou "um sucesso verdadeiro" para as Olimpíadas sul-coreanas - ressaltando que pensava em mandar uma delegação para o outro lado da fronteira. No dia seguinte, Seul convidou os norte-coreanos para uma reunião na "cidade da trégua", Panmunjon, que fica próxima à fronteira das duas nações na chamada área de desmilitarização. Como resposta, a Coreia do Norte reativou um canal de comunicação por telefone e, após cinco conversas, de acordo com a mídia local, houve um acordo para marcar a reunião. (ANSA)

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Jornalista - Diretor de TV - Editor -Cinegrafista - MTB: 44493-SP

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